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Ode
à Mãe Terra
No
espaço infinito minha
voz ecoa num grito. A
escuridão e a imensidão escondem a vida
que em algum planeta distante
ou
quem sabe em alguma estrela brilhante eu
sei que habita.
Planeta
mãe, planeta Terra daqui
do espaço eu a admiro tão bela.
Pequenina, vagando no espaço.
Tentando
sobreviver à agonia, maltratada
por essa gente tão mesquinha que
abrigaste, não por mero acaso. E
essa gente mal agradecida, talvez
pela vida endurecida, acha
pouco o mal que te faz. Quer
dominar o mundo inteiro e
destruir todo o canteiro Onde
um dia Deus semeou a paz. Mas
ainda assim, me resta a alegria de
poder à noite ou de dia contemplar
o esplendor do Universo.
E olhar para o infinito,
ouvir
minha voz ecoar num grito, um
desabafo, um protesto. Christian Calixto Marques
trabalha em educação, na Rede Municipal de
Ensino em São José do Rio Preto, São Paulo. e-mail: harechristian@hotmail.com
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